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Assessoria de Comunicação do SINDPREVRS

Trabalhadores da SRTE definem por nova paralisação na quarta-feira (04)

Os trabalhadores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) promoveram mais uma paralisação nesta segunda-feira (02), em frente ao prédio onde funciona a (SRTE) em Porto Alegre. À tarde, na Assembleia-Geral Unificada com os federais da Saúde, que completaram hoje uma semana de greve, os servidores da SRTE decidiram por nova paralisação de 24 horas na quarta-feira (04). Na mesma data, o comando de greve dos servidores da Seguridade Social estará reunido com representantes do Ministério do Planejamento, em Brasília. Não sendo aberta a reivindicada mesa de negociação, é provável uma possível greve por tempo indeterminado  também no Ministério do Trabalho.

Na manhã desta segunda-feira (02), os trabalhadores realizaram uma manifestação e entregaram carta aberta explicando à população os motivos da paralisação, o apoio incondicional a greve dos federais em todo país e responsabilizando o governo da presidente Dilma pela paralisação, já que até o momento não há negociações com os servidores.

No pátio da Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) estudantes realizaram assembleia e declaram apoio à greve dos trabalhadores federais. Durante a assembléia o diretor do SINDISPREV-RS Joel Soares agradeceu o apoio dos estudantes, explicou os motivos da greve dos trabalhadores federais da saúde e disse “O apoio dos estudantes é fundamental a nossa luta, pois além de ser uma parcela importante da sociedade vocês demonstram que a união é fundamental, que esse apoio ajude a sensibilizar o governo da presidente Dilma, que ignora as reivindicações e não respeita a sociedade que quer negociação já.”.

Os trabalhadores federais da saúde no Rio Grande do Sul estão em greve por tempo indeterminado desde o dia 25 de junho. Diversos estados, entre eles São Paulo, Ceará e Distrito Federal estão paralisados. A categoria reivindica a abertura imediata de negociações com o governo para discutir reajuste imediato de 22,08%, equiparação da tabela com a da Seguridade Social e condições dignas de trabalho e atendimento à população.

 

 

 

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